Delphos Instituto de Psicologia e Hipnose

Imprensa



vivianescarpelo@delphospsicologia.com.br

Psicóloga: Viviane Scarpelo

  Home  | Orientação Vocacional | Terapia Breve | Infantil | Casal | Familiar | Relaxamento | Hipnose | Consultoria  | Imprensa

Home Imprensa

Jornal Diário de São Paulo

De volta ao passado

Revista Isto É

Amor no vermelho
Entrevista com Viviane S.

Revista Pais&Filhos

Curiosidade Infantil

Revista Todo Saber

Transtornos alimentares
Drogas e Terapia Familiar
Obesidade

Revista Melhor pra Você

Assinale a opção certa
De volta às aulas

Rádio Globo

Terapia de casal
Síndrome do Ninho Vazio

Natura

Ciúme entre irmãos
Vida nova, quarto novo

Revista Materlife

Riso Solidário

Diário Web

Crianças no Divã

Jornal O Retrato

TPM

Revista Direcional Escolas

Filhos - Reflexo dos pais

Especial Direcional Escolas

Histórias Infantis

1ª Medo e Coragem
2ª Vergonha
3ª Prática da Felicidade
4ª Mentira
5ª Persistência
6ª Mudança Interior
7ª Cigarro - Vícios
8ª Desenvolvimento infantil
9ª Agricultura Orgânica
10ª Elaboração do luto

> E-mail

 
Diário Web

 

 Crianças no Divã


Por: Fabílola Zanetti

 

Entrevistada: Viviane Scarpelo    

 

 

A criança em sua essência é saudável. No entanto, pode ser o receptáculo de problemas e reagir negativamente às influências do meio em que vive, ao longo do tempo. Quando ela passa a apresentar transtornos depressivos, de ansiedade, problemas alimentares, de ordem escolar e convívio social ou de conduta, a psicoterapia infantil pode ser o melhor caminho para o resgate da saúde. “Ela restabelece o equilíbrio da saúde, o bem-estar físico, psíquico e espiritual. Além disso, proporciona a construção de um vínculo de confiança e de um espaço para expressão dos sentimentos. A criança aprende a se descobrir e a resgatar sua força interior, permitindo expressar-se, respeitar e confiar em si mesma e nos outros”, afirma a psicóloga, com formação em gestalt-terapia e arte-terapia, Cristiane Calvo, de Rio Preto. É indicada quando a criança encontra-se numa situação de sofrimento e/ou de ajustamento disfuncional, principalmente no meio familiar ou na escola. “Claro que, em muitos casos, a família necessita de terapia, mas acaba encaminhando a criança para tratamento, pois ela passa a ser o receptor dos problemas vividos em casa”.

O papel dos pais no processo, de acordo com a psicóloga, é de fundamental importância, pois são eles que passam a maior parte do tempo com as crianças e que serão os responsáveis pela atuação nas mudanças de comportamento orientadas pelo profissional. “Os genitores podem ajudar a criança, permitindo que ela se expresse e comunique os seus sentimentos”, afirma. A abordagem mais utilizada da terapia infantil é a ludoterapia, procedimento técnico de terapia clínica, que faz uso de brinquedos e do brincar para ter acesso aos conflitos infantis. Inicialmente, um psicodiagnóstico (testes) vai determinar a origem dos problemas e, posteriormente, a teoria será responsável por todo embasamento, foco e resultados colhidos no tratamento da criança. O processo dependerá do comprometimento dos responsáveis da criança e das conseqüências que o mesmo poderá trazer. Após alguns meses de atendimento, as crianças mudam suas atitudes, melhoram na escola mas, muitas vezes elas são apenas o sintoma de toda uma outra problemática. Um exemplo é quando os pais, inconscientemente, acabam transferindo para a criança todos os problemas da relação.

“Na maioria dos casos inicia-se o tratamento com uma terapia infantil, que às vezes evolui para uma para terapia de casal ou familiar”, diz Renata Homem de Mello, mestre em Psicóloga e psicopedagoga, de São Paulo. Segundo Viviane Scarpelo, psicóloga e hipnoterapeuta, especialista em Psicoterapia de Casal e Família, a terapia vai ajudar na auto-estima, na autoconfiança. “A criança geralmente passa a entender porque está com ciúme, porque acaba sendo agressiva. Assim, descobrindo quais os sentimentos que estão envolvidos nas suas atitudes do dia-a-dia, poderá mudar”. Segundo as especialistas, toda criança vivencia sentimentos difíceis ao longo da infância. Angústia, medo, insegurança, timidez, tristeza, agressividade podem acontecer em maior ou menor grau já que fazem parte do desenvolvimento afetivo, comportamental e intelectual. A diferença é como cada um lida com eles.

“Muitas vezes, os pais conseguem encaminhar o filho para uma solução, mas em algumas situações é preciso ajuda de um profissional, principalmente quando as dificuldades demoram para ser superadas, os sintomas começam a se fixar e a trazer problemas para o desenvolvimento da criança”, afirma Viviane. Ela afirma que crianças que fazem terapia têm maior clareza do que vivenciam internamente, conhecem melhor os próprios sentimentos e com isso se tornam mais felizes, pois eliminam a ansiedade e a angústia decorrentes da confusão nessa fase.

.

  Texto publicado no site Diarioweb.com.br 22/01//2008

.

 

Copyright © Delphos Instituto de Psicologia e Hipnose - Todos os Direitos Reservados