As
mudanças constantes que ocorrem no mundo corporativo, fazem
com que as empresas busquem uma adequação para dar
continuidade a seu crescimento e manter-se no mercado. Para
tanto, o papel do psicólogo nas organizações está se consolidando
cada vez mais como um facilitador de seus objetivos.
Os
funcionários sofrem conseqüências dessa busca desenfreada
pelo sucesso. As exigências que se fazem necessárias para
com eles podem ser causadoras de estresse, ansiedade, pânico
e outros transtornos e conflitos. O que acaba por prejudicar a
saúde física e emocional, assim como, o desempenho e
produtividade esperado. É nesse enquadre que o
psicólogo se coloca como agente de transição e mudança,
buscando auxiliar o funcionário e a instituição.
Assumindo
cada vez mais importância, o
psicólogo organizacional iniciou o trabalho em empresas como um selecionador aplicando testes, dinâmicas e
treinando pessoas. Depois, passou para um catalisador de
problemas, seguindo para uma prevenção ou profilaxia da
organização. Atualmente é solicitado para que
seja ainda mais atuante, um ser pensante, que lidere, que
decida, que dê e implante novas idéias, na busca da melhoria
contínua, tanto dos funcionários como da corporação de forma
geral, facilitando os processos de produção ou prestação
de serviços, o que também gera aumento dos lucros.
A
solução deve abranger a empresa como um todo, pois esta
funciona como um conjunto de engrenagens, e todas devem ter o mesmo grau de qualidade e desempenho.
O
psicólogo na empresa deve assumir funções estratégicas
na busca de resultados. Levantar hipóteses, diagnosticar e criar soluções
condizentes com a realidade da companhia.
Para tanto, deve vislumbrar o layout, percebendo sua dinâmica,
fornecendo idéias mais eficazes e eficiente. Finalizando com
benefícios para os funcionários que se sentirão mais
motivados, e garantindo o sucesso da empresa.
Viviane
Scarpelo
Psicóloga e Consultora